Tratamento do Cisto Endometriósico Ovariano com Infertilidade Associada à Endometriose em Mulheres em Idade Reprodutiva
Este protocolo aborda um cenário específico e clinicamente importante: uma mulher em idade reprodutiva com cisto endometriósico ovariano que apresenta infertilidade associada à endometriose e está buscando concepção espontânea. O desejo de gravidez natural altera substancialmente tanto a escolha do tratamento quanto os objetivos do cuidado.
A infertilidade é uma das complicações mais significativas da endometriose, uma condição encontrada principalmente em mulheres em idade reprodutiva. Quando uma paciente está buscando ativamente a concepção natural, a abordagem terapêutica difere daquela utilizada em mulheres que não estão tentando engravidar ou que estão considerando a tecnologia de reprodução assistida (TRA).
Como as terapias médicas padrão para endometriose são contraceptivas por mecanismo, elas não são adequadas para mulheres que buscam concepção espontânea. A abordagem recomendada é cirúrgica, e as opções específicas diferem em como afetam a reserva ovariana remanescente. O protocolo completo detalha a escolha da técnica e as considerações envolvidas.
- Alcance da gravidez
- Ausência de recorrência do cisto
DOI: 10.1007/s13669-011-0002-3
- Because endometriosis is primarily a disease encountered in women of reproductive age, infertility is one of its most important complications.
- The type of treatment may also be different for patients desiring natural conception and for those undergoing assisted reproductive technology (ART).
- Almost all medical treatments for endometriosis are based on the hormonal blockage of ovarian function and are thus contraceptive; therefore, medical treatment is usually not the chosen treatment for women pursuing spontaneous conception.
- Several reports, including randomized controlled trials, indicate that ovarian cystectomy by way of laparoscopy is superior to drainage or vaporization in terms of higher pregnancy rates and lower recurrence rates.
- Yazbeck et al. suggested that ethanol sclerotherapy may offer a better result because it causes less damage to the remaining ovarian function.