Tratamento de Outra Pneumonia Bacteriana em Adultos com Pneumonia Adquirida na Comunidade Grave
Este protocolo aborda o manejo antibiótico de pacientes adultos internados que se apresentam com pneumonia adquirida na comunidade grave e sem fatores de risco identificados para MRSA ou Pseudomonas aeruginosa.
Cenário Clínico
Paciente adulto internado com pneumonia adquirida na comunidade grave — definida como o preenchimento de um critério maior ou três ou mais critérios menores — sem fatores de risco para MRSA ou Pseudomonas aeruginosa.
Abordagem Terapêutica
As diretrizes recomendam uma estratégia antibiótica combinada associando um β-lactâmico a um macrolídeo ou a uma fluoroquinolona respiratória — as opções completas de agentes, o sequenciamento e os critérios de transição estão disponíveis no protocolo completo.
Objetivos do Tratamento
O desfecho-alvo é a estabilidade clínica: resolução das alterações dos sinais vitais (frequência cardíaca, frequência respiratória, pressão arterial, saturação de oxigênio e temperatura), capacidade de se alimentar e orientação normal — avaliada até o 5.º dia de terapia.
References
DOI: 10.1164/rccm.201908-1581ST
In inpatient adults with severe CAP (see Table 1) without risk factors for MRSA or P. aeruginosa, we recommend (Table 4) (note, specific agents and doses are the same as 9.1):
Validated definition includes either one major criterion or three or more minor criteria.
a b-lactam plus a macrolide (strong recommendation, moderate quality of evidence); or a b-lactam plus a respiratory fluoroquinolone (strong recommendation, low quality of evidence).
We recommend that the duration of antibiotic therapy should be guided by a validated measure of clinical stability (resolution of vital sign abnormalities [heart rate, respiratory rate, blood pressure, oxygen saturation, and temperature], ability to eat, and normal mentation), and antibiotic therapy should be continued until the patient achieves stability and for no less than a total of 5 days (strong recommendation, moderate quality of evidence).
Failure to achieve clinical stability within 5 days is associated with higher mortality and worse clinical outcomes.
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