Este protocolo aborda o osteoblastoma que se apresenta como uma lesão óssea esclerótica intensamente mineralizada na imagem — um padrão que limita significativamente a eficácia das técnicas ablativas e pode exigir escalonamento quando as metas de controle da dor não são atingidas.
Este protocolo é indicado quando uma intervenção ablativa prévia não alcançou os desfechos esperados de controle da dor. As opções ablativas utilizadas neste contexto podem incluir crioablação guiada por TC, ultrassom focalizado guiado por RM (MRgFUS) ou ablação a laser guiada por TC.
O escalonamento para este protocolo é desencadeado pela falha em atingir: resolução completa da dor óssea no acompanhamento de 1 mês, ou ausência de dor óssea no acompanhamento de 12 meses.
Quando a ablação não controlou a lesão, a abordagem passa para a intervenção cirúrgica realizada sob anestesia geral, com localização fluoroscópica orientando a ressecção. A escolha entre excisão total e excisão intralesional, bem como as decisões sobre reconstrução da estabilidade espinhal, segue uma avaliação estruturada da extensão do envolvimento ósseo e da localização da lesão.
O framework completo de decisão — incluindo critérios procedimentais e limiares de reconstrução — está disponível no protocolo completo.
Objetivos clínicos: alívio completo da dor e ausência de recorrência tumoral.
DOI: 10.3390/jcm10245717