Quando a celulite orbitária surge em um paciente imunocomprometido, ou no contexto de diabetes mellitus ou uso prolongado de corticosteroides ou antibióticos, uma etiologia fúngica deve ser ativamente considerada. Essa população requer uma abordagem clínica distinta, diferente do manejo antibacteriano padrão.
Um alto índice de suspeição para celulite orbitária fúngica é justificado em pacientes imunocomprometidos, naqueles com diabetes mellitus e em pacientes em uso de esquemas crônicos de corticosteroides ou antibióticos. A cobertura antifúngica também deve ser considerada quando a infecção não responde à terapia de primeira linha nessas populações.
O tratamento envolve terapia antifúngica direcionada associada à correção dos fatores de risco sistêmicos subjacentes do paciente. O protocolo completo — incluindo o componente cirúrgico e o esquema sequenciado completo — está disponível abaixo.