Este protocolo aborda o manejo da oncoceríase em uma sub-população específica e clinicamente importante: pacientes com co-infecção confirmada ou suspeita por Loa loa (loíase), ou aqueles que residem em uma região onde a loíase é co-endêmica.
A co-infecção por Loa loa — ou residir em uma área onde a loíase e a oncoceríase se sobrepõem — altera significativamente o perfil de segurança do tratamento padrão da oncoceríase. Pacientes com alta carga microfilarial de L. loa correm risco de reações adversas graves a determinados tratamentos, exigindo uma abordagem modificada com supervisão clínica rigorosa.
A abordagem neste cenário envolve um agente oral específico administrado com cautela, com uma terapia antibiótica oral alternativa disponível para pacientes que já desenvolveram sinais de loíase e nos quais a oncoceríase tem impacto clínico significativo. A escolha entre essas opções — e as condições sob as quais a supervisão rigorosa é necessária — está detalhada no protocolo estruturado completo.
O protocolo completo especifica os requisitos precisos de supervisão, as condições que regem cada opção terapêutica e o algoritmo clínico completo para este cenário de co-infecção.
In case of co-infection with Loa loa or in regions where loiasis is co-endemic, ivermectin should be administered with caution (risk of severe adverse reactions in patients with high L. loa microfilarial load).
If the patient already has developed signs of loiasis and if onchocerciasis has a significant clinical impact, administer ivermectin under close supervision (see Loiasis) or use an alternative (doxycycline, as above).
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