Síndrome de Ohtahara: Protocolo de Segunda Linha Quando a Terapia Medicamentosa Antiepiléptica Falha no Controlo das Crises

A síndrome de Ohtahara é uma encefalopatia epiléptica grave de início precoce, em que o controlo das crises constitui a prioridade clínica central. Para os doentes cujo regime inicial de medicação antiepiléptica não atingiu este objetivo, está disponível uma abordagem estruturada de segunda linha.

Tratamento Anterior e Motivo de Escalada

A terapia medicamentosa antiepiléptica de primeira linha — incluindo fenobarbital, valproato, piridoxina, zonisamida ou benzodiazepínicos — é suportada apenas por evidências anedóticas e demonstra eficácia limitada no controlo das crises na síndrome de Ohtahara. Quando as crises permanecem não controladas apesar deste regime, está indicada a escalada para um protocolo de segunda linha.

Abordagem de Tratamento de Segunda Linha

O protocolo estruturado de segunda linha para este cenário centra-se numa abordagem de terapia hormonal. O regime completo baseado em evidências — incluindo critérios de seleção, sequenciamento e pontos de decisão clínica — está descrito no protocolo completo.

Objetivo Clínico

Controlo das crises epilépticas.

Acesso Imediato a Regimes Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1016/j.pediatrneurol.2012.06.002

Adrenocorticotropic hormone therapy also exerts limited efficacy, and may be particularly beneficial in cases of Ohtahara syndrome that progress to West syndrome.

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