O bloqueio do nervo occipital é tipicamente a primeira modalidade invasiva utilizada na neuralgia occipital. Quando não consegue proporcionar sequer alívio temporário da dor, uma abordagem de segunda linha definida orienta o manejo subsequente.
O bloqueio do nervo occipital com anestésico local (lidocaína ou bupivacaína), com ou sem corticosteroide associado, foi a intervenção prévia. Este protocolo aplica-se quando esse bloqueio não conseguiu proporcionar alívio temporário da dor occipital.
Após a falha do bloqueio do nervo, o protocolo avança para procedimentos minimamente invasivos e reversíveis direcionados ao nervo occipital envolvido. Essas abordagens visam modular a função nervosa sem destruição permanente do nervo. As opções procedurais específicas, seu sequenciamento e os critérios para seleção entre elas estão contidos no protocolo completo.
O parâmetro para uma resposta significativa é a redução de pelo menos 50% na dor occipital, o que também orienta as decisões sobre escalada dentro da via procedural.