Manejo de Primeira Linha no Ataque do Transtorno do Espectro da Neuromielite Óptica
Os ataques agudos do transtorno do espectro da neuromielite óptica (NMOSD) apresentam alto risco de incapacidade neurológica permanente. A intervenção precoce e estruturada é essencial — atrasos no início da terapia estão associados a piores desfechos.
Este protocolo aborda a fase de ataque agudo na NMOSD, fornecendo uma abordagem de primeira linha para o manejo da recaída ativa. A prioridade clínica é limitar o dano neurológico e apoiar a recuperação o mais rapidamente possível.
Abordagem terapêutica — visão geral parcial
A terapia de ataque de primeira linha baseia-se em corticoterapia intravenosa em alta dose, seguida de desmame oral estruturado, com medidas profiláticas de suporte incorporadas ao longo do tratamento. O esquema completo — incluindo sequenciamento, ajustes de dose, duração e todas as medidas acompanhantes — está descrito no protocolo completo.
References
DOI: 10.1007/s00415-024-12288-2
- Attack therapy must be initiated as early as possible in NMOSD attacks.
- Methylprednisolone (MP) should be usually administered intravenously (i. v.) at a dose of 1000 mg per day for 3–5 days, followed by an oral MP taper (starting with either 1 mg/kg/day or 20–30 mg/day and then tapered to 10–15 mg/day within 2–3 weeks) in combination with proton pump inhibition and thrombosis prophylaxis.
- Low-dose oral glucocorticoids for up to 3–6 months are also considered beneficial for preventing subsequent early attacks, although there is a lack of prospective studies.
- Following attack therapy (high-dose glucocorticoid therapy and/or apheresis therapy), an oral taper of glucocorticoids should be administered for up to 3–6 months to prevent subsequent attacks, especially at the start or switch of long-term immunotherapy.
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