Síndrome maligna dos neurolépticos
ICD-10 G21.0 · ICD-11 8A0Y

Síndrome Maligna dos Neurolépticos: Tratamento de Segunda Linha Após os Cuidados Críticos de Suporte Iniciais Não Controlarem os Sinais Musculares

Quando o manejo inicial da síndrome maligna dos neurolépticos não controlou os sinais musculares ou não manteve a euvolemia-alvo, está indicado um protocolo farmacológico de segunda linha definido.

Tratamento Anterior — O Que Foi Tentado Primeiro

O protocolo de primeira linha envolve a retirada do agente bloqueador da dopamina responsável, infusão intravenosa de soro fisiológico em grande volume para manter a euvolemia e tratar a rabdomiólise, antipiréticos e resfriamento evaporativo para a hipertermia, e lorazepam para rigidez muscular leve.

Condição de falha: A meta de manutenção da euvolemia — diurese de aproximadamente 200 a 300 ml por hora — não foi atingida, e os sinais musculares persistiram ou pioraram apesar dessas medidas.
Abordagem de Segunda Linha (visão geral parcial)

Quando os sinais musculares persistem ou pioram, o protocolo prevê um agente farmacológico específico que atua diretamente no músculo esquelético por meio de um mecanismo no retículo sarcoplasmático, com agentes alternativos da classe dopaminérgica disponíveis quando indicados. Os critérios completos de seleção, o sequenciamento e o regime completo estão contidos no protocolo estruturado.

Objetivos Clínicos
Acesso Imediato a Regimes Baseados em Evidências Estruturadas

References

DOI: 10.1056/NEJMra2404606

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