A síndrome maligna dos neurolépticos é uma reação grave, potencialmente fatal, a agentes bloqueadores de dopamina — incluindo antipsicóticos de primeira e segunda geração e certos antieméticos — que requer reconhecimento imediato e uma resposta estruturada e escalonada em ambiente de cuidados intensivos.
O tratamento inicia-se com a retirada do agente bloqueador de dopamina causador; os cuidados intensivos de suporte estruturado abordam então as principais manifestações da síndrome — incluindo hipertermia, rabdomiólise e instabilidade hemodinâmica —, embora o regime escalonado completo e todos os pontos de decisão clínica estejam no protocolo completo.
Manter a euvolemia com débito urinário alvo de aproximadamente 200 a 300 ml por hora.