Uma paciente grávida com narcolepsia cuja sonolência excessiva diurna não foi adequadamente controlada apenas por estratégias não farmacológicas. O manejo da narcolepsia durante a gravidez requer colaboração estreita com o obstetra da paciente.
A estratégia de primeira linha envolveu a descontinuação da farmacoterapia para narcolepsia antes da concepção — incluindo a interrupção precoce do modafinil — juntamente com medidas não farmacológicas compensatórias, como cochilos programados e tempo de sono estendido.
Quando a sonolência residual não é adequadamente controlada por essas medidas não farmacológicas, está indicada a escalada para a próxima etapa do protocolo.
Quando as medidas não farmacológicas se mostram insuficientes, pode ser considerada uma abordagem farmacológica com um agente da classe dos estimulantes. Os estimulantes são a opção mais utilizada neste contexto clínico, e o manejo é cuidadosamente estruturado e minimizado em relação ao estágio da gravidez.
Os detalhes completos do esquema terapêutico, sequenciamento, pontos de decisão clínica e orientações de monitoramento estão disponíveis no protocolo completo.
Objetivo: Redução da sonolência excessiva diurnaDOI: 10.9740/mhc.2025.12.258
When managing narcolepsy in a patient who is pregnant or plans to become pregnant, collaboration with the patient's obstetrician is essential.
In clinical practice, stimulants are the most commonly used option in pregnancy; whereas use during the third trimester can result in neonate withdrawal symptoms, there does not appear to be an association with congenital or cardiovascular defects.
When the degree of sleepiness became unacceptable, methylphenidate was initiated.
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