Este protocolo aplica-se a doentes com esclerose múltipla remitente-recidivante ativa que continuam a apresentar surtos clínicos e atividade na RM — incluindo lesões captantes de contraste ou lesões T2 novas/inequivocamente em expansão na RM cerebral — apesar de terem recebido um fármaco modificador da doença inicial.
A etapa anterior envolveu o tratamento precoce com um fármaco modificador da doença — selecionado a partir de um espetro que vai de agentes moderadamente eficazes a altamente eficazes — escolhido de acordo com as características do doente, comorbilidades, gravidade e atividade da doença, e perfil de segurança do fármaco. A escalada para este protocolo é justificada quando os objetivos de tratamento exigidos não são atingidos: persistência de surtos clínicos, progressão da incapacidade ou atividade na RM (lesões T2 novas ou em expansão, ou lesões captantes de gadolínio) na RM cerebral padronizada aos 6 e 12 meses após o início do tratamento.
DOI: 10.1177/1352458517751049
Offer early treatment with DMDs to patients with active RRMS as defined by clinical relapses and/or MRI activity (active lesions–contrast-enhancing lesions; new or unequivocally enlarging T2 lesions assessed at least annually).
Offer a more efficacious drug to patients treated with interferon or glatiramer acetate who show evidence of disease activity assessed as recommended in questions 4–5 of this guideline.
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