EM Recidivante-Remitente Ativa com Surtos Clínicos e Atividade na RM Cerebral
Este protocolo aborda o manejo da esclerose múltipla recidivante-remitente (EMRR) ativa, caracterizada por surtos clínicos contínuos associados a evidência objetiva de atividade inflamatória na RM cerebral — especificamente lesões captantes de contraste ou lesões T2 novas e inequivocamente em expansão.
Cenário Clínico
EMRR ativa definida por surtos clínicos e atividade na RM cerebral: lesões captantes de contraste e/ou lesões T2 novas ou inequivocamente em expansão na RM cerebral. A intervenção precoce é indicada para limitar o dano inflamatório contínuo.
Abordagem Terapêutica — Visão Parcial
A iniciação precoce de uma droga modificadora da doença é indicada, escolhida entre agentes que variam de modestamente eficazes a altamente eficazes, selecionados com base nas características do paciente, comorbidades, gravidade e atividade da doença, e no perfil de segurança e acessibilidade do medicamento. O algoritmo completo de seleção e os detalhes do regime estão disponíveis no protocolo completo.
Objetivos do Tratamento
- Ausência de surtos clínicos e progressão da incapacidade
- Ausência de lesões T2 novas ou inequivocamente em expansão na RM cerebral
- Ausência de lesões captantes de gadolínio na RM cerebral
- Resposta avaliada por RM cerebral padronizada dentro de 6 meses do início do tratamento, comparada com um exame adicional aos 12 meses
References
DOI: 10.1177/1352458517751049
- Offer early treatment with DMDs to patients with active RRMS as defined by clinical relapses and/or MRI activity (active lesions–contrast-enhancing lesions; new or unequivocally enlarging T2 lesions assessed at least annually).
- Also includes CIS fulfilling current diagnostic criteria for MS.
- For active RRMS, choosing between the wide range of available drugs from the modestly effective to the highly efficacious, will depend on the following factors, in discussion with the patient.
- When monitoring treatment response in patients treated with DMDs, perform a standardized reference brain MRI usually within 6 months of treatment onset and compare it with a further brain MRI performed typically 12 months after starting treatment.
- When monitoring treatment response in patients treated with DMDs, the measurement of new or unequivocally enlarging T2 lesions is the preferred MRI method supplemented by GAD-enhancing lesions for monitoring treatment response.
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