Este protocolo abrange o manejo da síndrome de Moyamoya em pacientes adultos com 18 anos ou mais que são assintomáticos — sem sintomas cerebrovasculares ativos e sem evento hemorrágico.
Em adultos assintomáticos com síndrome de Moyamoya, o limiar para intervenção cirúrgica versus manejo conservador é orientado por critérios específicos de hemodinâmica cerebral e de imagem. Quando a cirurgia é indicada, a seleção da estratégia de revascularização influencia diretamente os desfechos.
Quando a intervenção cirúrgica é indicada, a abordagem preferida envolve uma técnica de revascularização direta ou combinada, em vez de revascularização indireta isolada. O momento da cirurgia em relação a qualquer evento cerebrovascular prévio, e o manejo das condições fisiológicas no período de espera, são elementos centrais do protocolo.
Os critérios decisórios completos, o algoritmo cirúrgico e os detalhes do manejo perioperatório constam no protocolo completo.
DOI: 10.1177/23969873221144089
In adult MMA asymptomatic patients, we suggest considering conservative treatment except in patients with both cerebral haemodynamic impairment and silent ischaemic lesions in the same cerebral region.
In adult MMA patients, we suggest direct/combined revascularization instead of indirect strategies for reducing risk of stroke.
In patients with MMA, we suggest waiting 6–12 weeks from an acute cerebrovascular event before performing surgery for MMA patients, to reduce the rate of postoperative complications.
In patients with MMA, we suggest avoiding trigger factors such as dehydration, fever, and hyperventilation as well as hypotension when waiting for surgery.
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