Tratamento da Síndrome de Mirizzi Tipo II — Fístula Colecistobiliar Envolvendo Menos de Um Terço do Ducto Biliar Comum
Cenário Clínico
A síndrome de Mirizzi tipo II é caracterizada por uma fístula colecistobiliar que se aprofunda e compromete menos de um terço da circunferência do ducto biliar comum. Este subtipo corresponde a aproximadamente 41% dos casos de síndrome de Mirizzi e representa uma apresentação anatomicamente mais complexa do que a simples compressão extrínseca, exigindo planejamento operatório específico para abordar o envolvimento do ducto biliar.
Abordagem Cirúrgica — Visão Parcial
O manejo centra-se na intervenção cirúrgica que aborda tanto a vesícula biliar quanto o segmento comprometido do ducto biliar comum. A estratégia operatória envolve a exploração do ducto biliar e medidas para proteger a parede do ducto reparado.
O protocolo completo — incluindo a seleção da técnica, a via de acesso precisa e a estratégia de drenagem intraoperatória — está detalhado no regime estruturado completo abaixo.
References
DOI: 10.5772/intechopen.1010159
- Mirizzi type II (41% of cases): A fistula involving less than one-third of the circumference of the common bile duct.
- When a cholecystobiliary fistula (Mirizzi syndrome type II or higher) is identified, surgeons typically explore the CBD by either open or laparoscopic techniques.
- The bile duct is accessed through a separate incision over the CHD or CBD, and a T-tube drain is placed to safeguard the sutured area.
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