Tratamento da Displasia Vaginal Leve (VaIN 1): Observação ou Tratamento Tópico?

A displasia vaginal leve — neoplasia intraepitelial vaginal de baixo grau (VaIN 1) — exige uma decisão de manejo cuidadosa. A abordagem clínica depende das características da lesão e da carga sintomática, com estratégias que variam da observação vigilante à intervenção tópica ativa.

Cenário Clínico

As lesões de VaIN de baixo grau são geralmente manejadas de forma conservadora sob observação. O tratamento ativo torna-se relevante quando a doença se apresenta como lesões verrucosas volumosas, com a decisão orientada pela extensão do envolvimento e pelos sintomas associados.

Abordagem Terapêutica

Para lesões de baixo grau sem sintomas significativos, a observação é a estratégia principal. Na presença de doença verrucosa volumosa, pode-se considerar um curso de tratamento tópico — embora o agente específico, os critérios de seleção e o esquema completo estejam descritos no protocolo integral.

Objetivos do Tratamento

O objetivo clínico primário é a eliminação das lesões de VaIN ao término do curso de manejo inicial, com a paciente permanecendo livre de VaIN aos 6 meses de seguimento.

Acesso Imediato a Esquemas Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1136/ijgc-2022-004213

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