Displasia Vaginal Leve (VaIN 1 / LSIL Vaginal): O Argumento pela Observação como Manejo de Primeira Linha
A displasia vaginal leve — classificada como lesão intraepitelial escamosa vaginal de baixo grau (LSIL vaginal) ou VaIN 1, incluindo alterações associadas ao HPV — situa-se no extremo de menor grau da neoplasia intraepitelial vaginal. Decidir entre intervir ou observar é a principal questão clínica neste grau.
Contexto clínico
Neste grau de displasia, a base de evidências distingue claramente entre lesões de baixo grau (VaIN 1) e de alto grau (VaIN 2–3). Para a doença de baixo grau, as evidências atuais não apoiam um benefício do tratamento imediato em relação a uma abordagem estruturada de acompanhamento.
Manejo — visão parcial
O manejo expectante (observação) é uma estratégia reconhecida e apoiada por evidências para este grau de lesão. O protocolo estruturado completo — abrangendo parâmetros de acompanhamento, critérios de escalonamento e o algoritmo clínico completo — está disponível por meio do protocolo abaixo.
References
DOI: 10.1136/ijgc-2022-004213
- VaIN 1 (low grade vaginal SIL) can be subjected to follow-up, while VaIN 2–3 (high-grade vaginal SIL) should be treated.
- There is evidence that treatment does not lead to better clinical outcomes in patients with VaIN 1.
- As such, low grade lesions can be safely managed by observation.
View source ↗