Poliangiite microscópica
ICD-10 M31.7 · ICD-11 4A44.A0

Tratamento da Poliangiite Microscópica Sem Comprometimento Orgânico Quando a Terapia de Indução Inicial Falhou

Este protocolo aplica-se a pacientes com poliangiite microscópica (PAM) sem manifestações de doença com comprometimento orgânico ou risco de vida que não alcançaram ou mantiveram a remissão após terapia de indução de primeira linha estruturada.

Cenário Clínico Poliangiite microscópica sem comprometimento orgânico e sem risco de vida com atividade da doença persistente ou recorrente apesar de tentativas anteriores de indução de remissão.
Terapia Anterior — Condição de Falha A indução de primeira linha utilizou prednisolona oral combinada com rituximabe — ou, como alternativas, metotrexato, micofenolato mofetil ou avacopana — juntamente com profilaxia com trimetoprima-sulfametoxazol e terapia de manutenção com rituximabe, azatioprina ou metotrexato. As metas esperadas de remissão em 4 a 6 meses e remissão sustentada ao longo de 24 a 48 meses de manutenção não foram alcançadas, levando à escalada para este protocolo.
Abordagem (Visão Geral Parcial) O manejo começa com uma reavaliação abrangente do status da doença e das comorbidades; o protocolo completo especifica quais opções imunossupressoras e vias de encaminhamento se aplicam neste contexto refratário.

A seleção completa do tratamento e o sequenciamento estão disponíveis no esquema estruturado abaixo.

Objetivo do Tratamento Remissão — definida como ausência de sinais, sintomas ou outras características típicas de vasculite associada a ANCA ativa.
Acesso Imediato a Esquemas Estruturados Baseados em Evidências

References

  1. For induction of remission of non-organ-threatening or non-life-threatening GPA or MPA, treatment with a combination of glucocorticoids and rituximab is recommended.
  2. For patients with GPA or MPA with disease refractory to therapy to induce remission, we recommend a thorough reassessment of disease status and comorbidities and consideration of options for additional or different treatment.
  3. These patients should be managed in close conjunction with, or referred to, a centre with expertise in vasculitis.
  4. It may be considered for remission induction in non-organ-threatening disease when the alternatives RTX, MTX and MMF cannot be used or are ineffective.
  5. Adding intravenous immunoglobulins can be an option for persistent disease manifestations, particularly in patients with increased risk of infection.
DOI: 10.1136/ard-2022-223764 View source ↗