Este protocolo é direcionado à esteato-hepatite associada à disfunção metabólica (MASH) em pacientes que também apresentam diabetes mellitus tipo 2 — uma comorbidade que influencia diretamente quais agentes são adequados e quais cargas metabólicas adicionais devem ser abordadas simultaneamente.
A coocorrência de diabetes mellitus tipo 2 com MASH determina as prioridades terapêuticas. A seleção dos agentes deve considerar não apenas a doença hepática, mas também todo o espectro de complicações metabólicas que acompanham o diabetes, incluindo — quando presentes — insuficiência cardíaca e insuficiência renal crônica concomitantes.
O esquema inclui um agente sensibilizador à insulina com melhora histológica comprovada da esteato-hepatite, independentemente do status diabético, juntamente com agentes adicionais escolhidos para as comorbidades metabólicas específicas desta população.
Objetivo principal: melhora da esteato-hepatite na histologia.
DOI: 10.3350/cmh.2025.0045