Tratamento da MASH em Pacientes Sem Diabetes Mellitus Tipo 2
A esteato-hepatite associada à disfunção metabólica (MASH) em pacientes não diabéticos representa um cenário clinicamente distinto. Evidências de ensaios clínicos randomizados e controlados apoiam opções farmacológicas orais específicas para essa população, com desfechos histológicos como principal medida de resposta.
Cenário Clínico
Esteato-hepatite associada à disfunção metabólica (MASH) em paciente sem diabetes mellitus tipo 2. A vitamina E demonstrou melhorar a esteato-hepatite especificamente nessa população; a pioglitazona demonstrou benefício em pacientes com MASH independentemente do status diabético.
Abordagem Terapêutica
A farmacoterapia oral está disponível para este cenário. Uma abordagem estudada envolve suplementação antioxidante; o conjunto completo de opções, os critérios de decisão clínica e qualquer sequenciamento relevante estão detalhados no protocolo estruturado completo.
Objetivos Clínicos
O alvo terapêutico é a melhora da inflamação intra-hepática e da esteato-hepatite na histologia hepática, sendo a resolução da NASH o critério primário de sucesso.
References
DOI: 10.3350/cmh.2025.0045
- Vitamin E can be expected to improve steatohepatitis in patients with MASH without T2DM, and pioglitazone can be expected to improve steatohepatitis in patients with MASH regardless of T2DM.
- In the large-scale randomized phase III PIVENS study, high-dose vitamin E (800 IU/day) administration for 96 weeks showed significant improvement in intrahepatic inflammation as measured by histological examination compared to the control group (43% vs. 19%, P=0.001).
- The resolution rate of NASH, a secondary endpoint, was 36% in vitamin E, which was higher than 21% in the control group.
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