Meduloblastoma Cerebral na Recidiva: O Que Fazer Quando o Tratamento de Primeira Linha de Risco Intermediário Não Atingiu Seu Objetivo

Este protocolo aplica-se a pacientes com meduloblastoma cerebral que se apresentam no momento da recidiva ou após ela, seguindo tratamento de primeira linha de risco intermediário, em um subgrupo específico definido clínica e molecularmente.

Cenário do Paciente

Tumor residual inferior a 1,5 cm² após cirurgia, estágio metastático M0 ou M1, histologia clássica ou desmoplásica, subgrupo molecular WNT ou SHH.

Tratamento Anterior & Gatilho de Escalada

O regime de primeira linha de risco intermediário — incluindo corticosteroides antes da cirurgia, ressecção cirúrgica, irradiação craniospinal e o regime de quimioterapia Packer (vincristina, lomustina e cisplatina) — visava atingir um volume tumoral residual inferior a 1,5 cm² na RM pós-operatória dentro de 48 horas. Este protocolo representa o próximo passo estruturado quando esse objetivo não foi alcançado, ou quando a doença progrediu ou recidivou subsequentemente.

Abordagem de Segunda Linha (Visão Parcial)

O manejo na recidiva pode envolver reavaliação para nova cirurgia, opções de radioterapia adequadas ao padrão de recidiva e quimioterapia sistêmica, com dados do subgrupo molecular orientando certas decisões — o protocolo estruturado completo especifica o algoritmo clínico completo.

Acesso Imediato a Regimes Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1016/S1470-2045(19)30669-2

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