Loiase Sintomática Quando a Dietilcarbamazina (DEC) Não Alcançou a Cura
Em pacientes com loiase sintomática e carga microfilarial abaixo de 8.000 microfilárias por mL de sangue, a dietilcarbamazina (DEC) é o tratamento de primeira linha estabelecido. Quando um curso completo de DEC não proporciona a cura esperada, aplica-se um protocolo de segunda linha definido.
Cenário Clínico
Loiase sintomática com carga microfilarial inferior a 8.000 microfilárias por mL de sangue. Nessa carga microfilarial, os dados disponíveis mostram que o risco de encefalopatia fatal associada ao tratamento com DEC se aproxima de zero.
Tratamento Anterior — Objetivos Não Atingidos
A terapia de primeira linha com dietilcarbamazina (DEC) não alcançou a cura — definida como resolução dos sintomas, resolução da eosinofilia e redução dos títulos de anticorpos antifilariais. Essa falha em atingir os objetivos de tratamento definidos é o gatilho para a escalada à próxima linha de tratamento.
Abordagem Terapêutica de Próxima Etapa
Há evidências que apoiam o albendazol, administrado por via oral ao longo de um curso definido, como alternativa eficaz para a loiase refratária ao DEC. O objetivo do tratamento permanece o mesmo: cura, definida como resolução dos sintomas, resolução da eosinofilia e redução dos títulos de anticorpos antifilariais. O esquema completo — incluindo dosagem, frequência e duração — está disponível no protocolo estruturado completo.
References
- Symptomatic loiasis with MF/mL <8,000
- Available data demonstrate that the risk of fatal encephalopathy in patients treated with DEC with microfilarial loads <8,000 microfilariae per mL approaches zero.
- There is some evidence that albendazole given twice daily for 21 days may be an effective treatment for loiasis that is refractory to DEC treatment.
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