Líquen Escleroso Extragenital: O Que Fazer Quando a Fototerapia Não Alcançou Melhora das Lesões

Este protocolo aborda pacientes com líquen escleroso extragenital em que um regime anterior baseado em fototerapia não alcançou melhora adequada das lesões de LE.

Cenário Clínico

O líquen escleroso extragenital afeta sítios cutâneos não genitais. Corticosteroides tópicos ultrapotentes ou potentes são recomendados para esses pacientes; quando a fototerapia estruturada aplicada como etapa subsequente ainda não produziu melhora suficiente das lesões, a escalada para tratamento sistémico torna-se necessária.

Tratamento Anterior — Condição de Falha

O regime anterior foi a fototerapia UVA1 (ou opções alternativas baseadas em luz, como UV-B de banda estreita, ou tacrolimo tópico combinado com luz UV). O alvo terapêutico não alcançado: melhora das lesões de LE.

Abordagem de Próxima Linha

O protocolo introduz o Metotrexato, um agente sistémico, possivelmente em combinação com corticosteroides sistémicos — com o objetivo de alcançar a melhora do LE cutâneo. A estratégia completa de dosagem, os requisitos de monitorização e o algoritmo de decisão estão detalhados no protocolo completo.

References

DOI: 10.1111/jdv.20083

  • We suggest ultrapotent or potent topical corticosteroids in patients with extragenital lichen sclerosus.
  • We suggest MTX, taking into account teratogenicity, if systemic treatment is needed in adult patients with genital and/or extragenital lichen sclerosus. (off label)
  • Therefore, MTX may be tried if standard treatment fails in extragenital as well as genital LS.
  • MTX between 10 and 15 mg/week (subcutaneous or oral) for 6 months possibly combined with systemic steroids is reported to improve treatment-resistant generalized LS.
  • Cutaneous LS in all patients improved after usually 3 months of treatment; 100% cure was not achieved, and the effect on genital lesions was not reported.
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