Leucoplasia da vagina
ICD-10 N89.4 ICD-11 GA14.5

Tratamento da Leucoplasia da Vagina em Hiperplasia de Células Escamosas da Vulva

Cenário Clínico

Este protocolo aborda a leucoplasia da vagina no contexto de hiperplasia de células escamosas da vulva (SCHV). Juntamente com o líquen escleroso vulvar, a SCHV é reconhecida como um dos dois principais distúrbios epiteliais não neoplásicos da vulva, coletivamente denominados leucoplasia vulvar.

Condição

A hiperplasia de células escamosas da vulva representa um distúrbio epitelial não neoplásico distinto que deve ser adequadamente caracterizado antes que as decisões de tratamento sejam tomadas. Sua correta identificação orienta a abordagem de manejo e determina quais intervenções são apropriadas.

Abordagem Terapêutica — Visão Parcial

Quando as medidas conservadoras foram esgotadas, o protocolo estruturado inclui orientações sobre intervenção cirúrgica como opção de último recurso para casos selecionados — com procedimentos específicos explicitamente desaconselhados devido ao risco de recorrência. O algoritmo de decisão completo, os critérios de seleção e o sequenciamento estão disponíveis no protocolo completo.

Acesso Imediato a Regimes Estruturados Baseados em Evidências
References

DOI: 10.5114/pm.2020.99570

Two non-neoplastic epithelial disorders of the vulva – vulvar LS (VLS) and squamous cell hyperplasia of the vulva (SCHV) – are generally referred to as vulvar leukoplakia.

If all conservative treatment measures have failed, surgical treatment is indicated.

Surgical treatment of both diseases should be avoided because of recurrence risk and should only be used in certain cases, such as patients with malignancy, or to correct irreversible scarring, adhesions and micturition difficulties or sexual dysfunction caused by the subsequent anatomical changes.

However, vulvectomy and skinning vulvectomy should be avoided because of recurrence rates and disfigurement.

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