O manejo da sífilis latente precoce — infecção adquirida no último ano — exige atenção especial quando o paciente também apresenta um distúrbio de coagulação. O distúrbio de coagulação coexistente tem relevância clínica direta na seleção da abordagem terapêutica.
A sífilis latente precoce é classificada como infecção adquirida no primeiro ano. Neste cenário, o paciente apresenta adicionalmente um distúrbio de coagulação, uma comorbidade que influencia significativamente a forma como o tratamento é administrado.
A terapia antibiótica está indicada. O protocolo define tanto um esquema primário quanto uma alternativa oral — e a escolha entre eles é diretamente influenciada pelo distúrbio de coagulação do paciente.
A seleção completa do agente, posologia, duração e o caminho decisório clínico completo estão no protocolo estruturado →
Após o tratamento, a resposta sorológica deve ser monitorada: espera-se que o título de anticorpos não treponêmicos (VDRL/RPR) colhido no dia 0 apresente redução quádrupla ou superior dentro de 6 meses.
DOI: 10.1111/jdv.16946
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