Osteocondrose juvenil do quadril e pelve
ICD-10 M91.8 · ICD-11 FB82.1.3

Tratamento da osteocondrose juvenil do quadril e pelve em crianças com idade esquelética inferior a 8 anos e contenção da articulação do quadril preservada

Esta página descreve a estrutura de manejo clínico para osteocondrose juvenil do quadril e pelve na situação específica em que a idade esquelética da criança é inferior a 8 anos, os exames de imagem radiográficos confirmam a congruência articular preservada e a amplitude de movimento do quadril permanece boa.

Cenário clínico Nesta apresentação, a articulação do quadril apresenta contenção preservada com congruência articular adequada na imagem, e a criança mantém boa mobilidade do quadril. Como a idade esquelética é inferior a 8 anos, há potencial de revalgização suficiente, o que determina a via de manejo disponível. A terapia conservadora é a abordagem de primeira linha quando a mobilidade do quadril está preservada e os exames de imagem radiográficos confirmam que a epífise está centrada dentro da cúpula acetabular.
Abordagem terapêutica (visão geral parcial) O manejo centra-se na fisioterapia estruturada, incluindo exercícios suaves de amplitude de movimento, juntamente com modificações de atividade direcionadas para reduzir o estresse articular. Medidas conservadoras adicionais — incluindo hidroterapia e programas de exercícios controlados — são incorporadas para preservar a função articular. Em casos selecionados, intervenções adjuvantes direcionadas a grupos musculares específicos também podem ser consideradas.

Detalhes completos do regime, sequenciamento e indicações específicas estão no protocolo completo →

References

DOI: 10.1007/s00402-025-05801-3
  • In the initial phase of LCPD, when hip mobility is preserved and radiographic imaging confirms joint congruence with the epiphysis centered within the acetabular cup, conservative therapy remains the first-line treatment approach.
  • If the skeletal age is less than 8 years, solely FVO is possible due to the sufficient revalgization potential.
  • Core components of conservative treatment include structured physiotherapy with gentle range-of-motion exercises, traction therapy where indicated, and activity modifications such as limiting high-impact activities.
  • Analgesia may be administered as needed, and moderate unloading of the affected limb can be considered, though its efficacy remains controversial, particularly in active children.
  • Recommendations strongly support the use of hydrotherapy, controlled cardiovascular exercise, and stretching programs to preserve joint function while minimizing joint stress.
  • Additionally, adjunctive interventions such as targeted Botox injections for iliopsoas and adductor muscle release may aid in improving hip range of motion in select cases.
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