Tratamento do AVC Isquêmico com Tempo de Início Desconhecido ou Apresentação ao Despertar
Quando os sintomas do AVC são percebidos pela primeira vez ao acordar — ou o momento exato do início não pode ser determinado — a janela terapêutica baseada no tempo habitual não está disponível. A neuroimagem avançada é utilizada para identificar se o tecido cerebral ainda é salvável, abrindo caminho para intervenção em janela estendida.
Cenário Clínico
AVC isquêmico agudo com tempo de início desconhecido, em que o paciente acordou com sintomas, ou decorreram entre 4,5 e 9 horas desde a última vez em que foi visto sem déficits — e imagem de perfusão automatizada ou mismatch DWI-FLAIR confirma a presença de uma penumbra isquêmica salvável.
Abordagem (Visão Geral Parcial)
Quando a imagem avançada demonstra tecido salvável, a trombólise intravenosa de janela estendida é a intervenção considerada neste contexto. A seleção é guiada por critérios de imagem específicos, e a administração é dirigida por clínicos com experiência no manejo trombolítico do AVC.
Detalhes completos do esquema, seleção do agente e dosagem estão disponíveis no protocolo estruturado.
References
DOI: 10.1161/STR.0000000000000513
- In patients with AIS who have salvageable ischemic penumbra detected on automated perfusion imaging and who (a) awake with stroke symptoms within 9 hours from the midpoint of sleep or (b) are 4.5–9 hours from last known well, IV thrombolysis may be reasonable to improve functional outcomes.
- In patients with AIS who (a) have unknown time of onset and are within 4.5 hours from symptom recognition and (b) have an MRI-DWI lesion smaller than one-third of the MCA territory and no marked signal change on FLAIR, IVT administered within 4.5 hours of stroke symptom recognition can be beneficial to improve functional outcomes.
- In patients with AIS due to LVO with salvageable ischemic penumbra, presenting within 4.5 to 24 hours from symptom onset or last known well, and who cannot receive EVT, treatment with IVT directed by individuals with expertise in thrombolytic stroke care may be beneficial to improve functional outcomes.
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