Tratamento da Influenza com Pneumonia Grave e Insuficiência Respiratória em Pacientes Hospitalizados
Cenário Clínico
Este protocolo abrange o manejo da influenza em pacientes que necessitam de hospitalização com comprometimento grave do trato respiratório inferior. Aplica-se a pessoas de qualquer idade, independentemente da duração da doença antes da admissão.
O cenário engloba as seguintes apresentações:
Doença grave do trato respiratório inferior
Pneumonia
Insuficiência respiratória
Síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA)
Por Que a Gravidade é Importante Aqui
A pneumonia associada à influenza e a insuficiência respiratória representam uma situação clínica distinta e de alta acuidade. O grau de comprometimento do trato respiratório inferior — da pneumonia até a SDRA — determina tanto a urgência da intervenção quanto o escopo da avaliação necessária. Pacientes em estado crítico enfrentam riscos adicionais que o protocolo aborda especificamente.
Abordagem Terapêutica (Visão Geral)
A terapia antiviral iniciada o mais precocemente possível é central no manejo. O protocolo especifica as opções antivirais preferenciais e alternativas com base na capacidade do paciente de receber medicamentos por via enteral — uma distinção clinicamente relevante nesse nível de gravidade.
Para pacientes que se apresentam com pneumonia extensa, insuficiência respiratória ou hipotensão, o protocolo orienta adicionalmente a avaliação e o tratamento empírico da coinfecção bacteriana, com considerações específicas de cobertura para pacientes em estado crítico.
A seleção de medicamentos, posologia, duração e o algoritmo de sequenciamento completo estão detalhados no protocolo estruturado completo abaixo.
References
DOI: 10.1093/cid/ciy866
Persons of any age who are hospitalized with influenza, regardless of illness duration prior to hospitalization (A-II).
In hospitalized adults, oseltamivir is the preferred antiviral drug because data are very limited on inhaled zanamivir in severely ill influenza patients.
Clinicians should investigate and empirically treat bacterial coinfection in patients with suspected or laboratory-confirmed influenza who present initially with severe disease (extensive pneumonia, respiratory failure, hypotension, and fever), in addition to antiviral treatment for influenza (A-II).
Given the higher incidence of S. aureus infections, including MRSA among patients with severe pneumonia complicating influenza, agents with activity against MRSA should be included in the empiric treatment regimen for critically ill patients.
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