Doenças inflamatórias do cordão espermático, túnica vaginal e vaso deferente
ICD-10 N49.8 · ICD-11 GB07.Y

Qual é o Tratamento das Doenças Inflamatórias do Cordão Espermático, Túnica Vaginal e Vaso Deferente na Epididimite-Orquite com IST Suspeita e Sem Fatores de Risco para Gonorreia?

Cenário Clínico

Este protocolo abrange a epididimite-orquite na qual uma infecção sexualmente transmissível (IST) é suspeita, nenhum dos fatores de risco reconhecidos para gonorreia está presente e M. genitalium não foi identificado. Uma abordagem antibiótica direcionada se aplica neste contexto específico.

Detalhes da Condição — Ausência de Fatores de Risco para Gonorreia

Este esquema está indicado quando todos os seguintes fatores de risco para gonorreia são confirmados ausentes:

Secreção uretral purulenta Contato conhecido com infecção gonocócica Homens que fazem sexo com homens Etnia negra
IST suspeita M. genitalium não identificado

Abordagem Terapêutica

O tratamento envolve uma combinação de agentes antibióticos administrados em conjunto. O protocolo completo especifica os agentes exatos, suas doses, vias e duração — acesse o esquema completo abaixo.

O protocolo estruturado baseado em evidências contém o esquema completo, posologia e algoritmo clínico.

Objetivos Clínicos

Acesso Imediato a Esquemas Terapêuticos Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1177/0956462417699356

Sexually transmitted epididymo-orchitis

Where gonorrhoea is considered unlikely, urethral/FPU microscopy negative for Gram-negative intracellular diplococci, no risk factors for gonorrhoea identified (absence of all of the following – a purulent urethral discharge, known contact of a gonorrhoeal infection, men who have sex with men, black ethnicity) and in countries/populations where there is known very low gonorrhoea prevalence, omitting ceftriaxone or using ofloxacin could be considered.

Ceftriaxone 500 mg intramuscular injection IIIB PLUS Doxycycline 100 mg twice daily for 10–14 days IIIB

At three days if there is no improvement in symptoms, the patient should be seen for clinical review and the diagnosis should be reassessed.

At two weeks to assess for treatment compliance, assessment of symptoms and partner notification.

View source ↗