Este protocolo aplica-se à hiperprolactinemia causada por um prolactinoma maligno — uma forma rara e agressiva definida pela disseminação metastática dentro ou fora do sistema nervoso central. A prioridade clínica é controlar tanto os níveis elevados de prolactina quanto a progressão tumoral em curso.
Um prolactinoma maligno é definido como aquele que apresenta disseminação metastática dentro ou fora do sistema nervoso central. Isso o distingue dos adenomas invasivos típicos e exige uma estratégia de manejo específica.
Redução dos níveis séricos de prolactina e controle do crescimento tumoral.
O manejo envolve quimioterapia sistêmica e pode incluir intervenção cirúrgica para tratar os efeitos compressivos da lesão.
Os detalhes completos do esquema terapêutico, sequenciamento e critérios de decisão constam no protocolo estruturado abaixo.DOI: 10.1210/jc.2010-1692