Estado hiperglicêmico hiperosmolar
ICD-10 E14.0 · ICD-11 5A20

O Que Fazer Quando a Ressuscitação Inicial com Fluidos IV para o Estado Hiperglicêmico Hiperosmolar Não Atingiu as Taxas de Correção-Alvo

O estado hiperglicêmico hiperosmolar (EHH) é tratado em etapas sequenciais. A primeira prioridade é a ressuscitação com fluidos intravenosos para restaurar o volume circulante e iniciar a correção da hiperosmolalidade. Quando essa abordagem inicial não atingiu as taxas exigidas de correção bioquímica — ou quando a glicemia se estabilizou apenas com a reposição de fluidos — um protocolo estruturado de insulina passa a ser a próxima prioridade clínica.

Quando a Etapa Inicial de Fluidos IV Não Atingiu Suas Metas

A abordagem de primeira linha — solução intravenosa de cloreto de sódio a 0,9% — é concebida para promover uma correção gradual e controlada de vários parâmetros simultaneamente. As metas que devem ser alcançadas são:

Quando esses parâmetros não estão sendo atingidos — ou quando as concentrações de glicemia se estabilizaram e os fluidos isolados já não são suficientes — este protocolo define o próximo passo.

Abordagem Terapêutica (Visão Geral Parcial)

Assim que a reposição de fluidos for considerada adequada e a glicemia tiver se estabilizado, inicia-se uma infusão intravenosa de insulina em taxa fixa. A glicemia é monitorada atentamente durante todo o processo, e a necessidade de suplementação adicional de glicose concomitante ao soro fisiológico em curso é avaliada com base na resposta glicêmica. Quando o paciente atinge estabilidade bioquímica, o modo de administração de insulina é reavaliado conforme o estado de alimentação e hidratação oral.

As taxas específicas, os limiares, os critérios de transição e o algoritmo decisório completo encontram-se no protocolo estruturado completo.

Meta Clínica Principal

Manter a glicemia entre 10–15 mmol/L nas primeiras 24 horas.

Acesso Imediato a Protocolos Estruturados Baseados em Evidências

References

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