Além das suas características motoras, a doença de Huntington frequentemente apresenta sintomas neuropsiquiátricos que afetam significativamente o funcionamento diário. A apatia é um dos mais importantes do ponto de vista clínico, ainda que possa ser desafiador reconhecê-la e abordá-la na prática.
A apatia na doença de Huntington foi caracterizada como uma redução quantificável no comportamento direcionado a objetivos, manifestando-se clinicamente como diminuição do interesse, espontaneidade, motivação e impulso. Representa uma característica neuropsiquiátrica distinta que requer manejo direcionado e estruturado.
O manejo envolve uma combinação de estratégias não farmacológicas estruturadas e baseadas em atividades, além de uma revisão farmacológica cuidadosa. As intervenções específicas são personalizadas para o indivíduo. Tanto os padrões de atividade do paciente quanto seu perfil medicamentoso existente são considerações relevantes. O regime completo — incluindo sequenciamento, opções farmacológicas e pontos de decisão clínica — está disponível no protocolo completo.
Apathy has been defined by Levy and Czernecki (84) as "a quantifiable reduction in goal-directed behavior," manifesting clinically as a reduction in interest, spontaneity, motivation, and drive.
Personalized cognitive stimulation, establishing routines and a structured programme of activities is recommended when possible.
Depression may increase apathy. If depression is suspected, an SSRI should be tried.
Sedative medication may increase apathy, thus avoiding unnecessary prescription or reduce dosage is recommended.
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