Hemicrania contínua
ICD-10 G44.5 · ICD-11 8A82.02

Hemicrania Contínua: O Que Fazer Quando a Indometacina Não É Tolerada ou Não Funcionou

A indometacina é o tratamento de primeira escolha estabelecido para a hemicrania contínua, utilizado tanto para exacerbações agudas quanto para prevenção prolongada. Quando um paciente não consegue tolerá-la, ou quando o tratamento não atinge o nível esperado de alívio da dor, é necessária uma abordagem estruturada de segunda linha.

Tratamento Anterior — Condição de Falha

Terapia prévia: Indometacina (primeira linha). O objetivo clínico necessário — pelo menos alívio parcial da dor de cabeça unilateral contínua, idealmente ausência completa de dor — não foi atingido, ou o medicamento não pôde ser continuado devido à intolerância.

Abordagem de Segunda Linha (visão parcial)

O protocolo para esta situação inclui uma seleção definida de agentes anti-inflamatórios alternativos e opções preventivas — tanto farmacológicas quanto procedimentais — com a escolha específica guiada pelo perfil individual do paciente. O sequenciamento completo e os critérios estão no protocolo completo.

Objetivos do Tratamento

O objetivo é o alívio da cefaleia unilateral contínua característica. No mínimo, a redução parcial da dor qualifica um paciente como respondedor; a ausência completa de dor define um respondedor completo.

Acesso Imediato a Regimes Estruturados Baseados em Evidências
References

DOI: 10.1186/s10194-017-0777-3

For the acute treatment of HC, piroxicam and celecoxib have shown good results, whilst for the prolonged treatment celecoxib, topiramate and gabapentin are good options besides indomethacin.

Gabapentin, topiramate, melatonin and OnabotA seems to be comparable in terms of effectiveness even if, considering the p-values of these comparisons (p = 0.063), a better action for gabapentin and topiramate than melatonin should be hypothesed.

Every patient was classified as a responder if he/she was accredited with, at least, a partial relief. Moreover, as to grade the different therapies better, pain-free patients were sub-classified as complete responders.

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