Insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada
ICD-10 I50.1 ICD-11 BD11.0

ICFEp: Quando a Terapia Inicial Não Aliviou a Congestão ou Controlou a Pressão Arterial

Alguns pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada não atingem as principais metas clínicas — alívio da congestão e controle da pressão arterial — com a terapia de primeira linha. Nestes casos, uma abordagem estruturada de segunda linha é indicada, orientada pelas diretrizes atuais baseadas em evidências.

Linha anterior — metas não atingidas

O esquema inicial incluiu um inibidor do cotransportador de sódio-glicose 2 (empagliflozina), com diuréticos para retenção de líquidos e terapia anti-hipertensiva quando indicada. Apesar disso, a congestão clínica não foi aliviada e/ou as metas de pressão arterial não foram atingidas — as condições que determinam a escalada para uma etapa adicional de tratamento.

Abordagem de segunda linha (visão geral parcial)

Em pacientes selecionados — particularmente aqueles cuja fração de ejeção se situa na extremidade inferior da faixa preservada — a terapia orientada por diretrizes considera a adição de um agente com ação em receptores, pertencente a uma das diversas classes farmacológicas, para reduzir o risco de hospitalização.

O protocolo completo especifica quais agentes utilizar, como escolher entre eles e o algoritmo clínico completo…

References
DOI: 10.1161/CIR.0000000000001063
  • In selected patients with HFpEF, MRAs may be considered to decrease hospitalizations, particularly among patients with LVEF on the lower end of this spectrum.
  • In selected patients with HFpEF, the use of ARB may be considered to decrease hospitalizations, particularly among patients with LVEF on the lower end of this spectrum.
  • In selected patients with HFpEF, ARNi may be considered to decrease hospitalizations, particularly among patients with LVEF on the lower end of this spectrum.