Quando um septo vaginal transverso obstrui o fluxo menstrual, o sangue acumula-se na vagina — condição conhecida como haematocolpos. Esta anomalia estrutural requer correção cirúrgica direcionada para restaurar a continuidade vaginal e prevenir complicações a longo prazo.
O septo vaginal transverso é uma anomalia de classe IA segundo a classificação ASRM. Acredita-se que resulte da falha na reabsorção tecidual entre o bulbo sinovaginal e a extremidade caudal dos ductos de Müller fundidos, criando uma barreira física que bloqueia o fluxo vaginal e leva ao haematocolpos.
O tratamento requer correção cirúrgica do septo obstrutivo. O procedimento centra-se na remoção completa do septo seguida de reconstrução cirúrgica da continuidade vaginal. Técnicas reconstrutivas específicas são empregadas para reduzir o risco de estenose pós-operatória, e a abordagem é adaptada de acordo com a espessura do septo. O protocolo procedimental completo está detalhado no regime estruturado.