Doença Ocular Tireoidiana Ativa Moderada a Grave na Doença de Graves — Manejo de Segunda Linha Após Glicocorticoides Intravenosos
Na doença de Graves, a doença ocular tireoidiana (DOT) ativa moderada a grave pode persistir ou piorar apesar do tratamento de primeira linha. Quando o tratamento inicial não atingiu os marcos clínicos necessários às 24 semanas, aplica-se um protocolo estruturado de segunda linha.
Pacientes com doença de Graves que apresentam doença ocular tireoidiana clinicamente ativa, moderada a grave — caracterizada por inflamação orbitária significativa com manifestações como proptose e diplopia. Glicocorticoides intravenosos combinados com micofenolato de mofetila representam o tratamento de primeira linha estabelecido para essa apresentação, conforme as Diretrizes de Prática Clínica da EUGOGO de 2021.
Regime anterior: Glicocorticoides intravenosos (metilprednisolona) combinados com micofenolato de mofetila.
Metas não atingidas às 24 semanas: Melhora no Escore de Atividade Clínica (EAC), redução na proptose e melhora na diplopia, acuidade visual e edema de tecidos moles.
Melhora no Escore de Atividade Clínica (EAC) em pelo menos 2 pontos e redução na proptose em pelo menos 2 mm.
References
DOI: 10.1016/j.ecl.2021.12.004.Intravenous glucocorticoids (IVGC) are considered first-line therapy in patients with moderate-to-severe TED.
The 2021 EUGOGO Clinical Practice Guidelines recommend combined use of IVGC and mycophenolate as first line therapy for active moderate-severe TED.
Teprotumumab is administered intravenously every 3 weeks (10 mg/kg first dose, then 20mg/kg) for a total of 8 infusions.
Dosing is 8 mg/kg at four monthly infusions.
A randomized trial of 32 patients with moderate-to-severe corticosteroid-resistant TED randomly assigned patients to tocilizumab (8 mg/kg) or placebo, administered intravenously at weeks 0, 4, 8, and 12.
For treatment of TED, two infusions of rituximab (1000 mg each and 2 weeks apart) have been utilized without immunosuppressive effects.
In the first trial, improvement of CAS by ≥ 2 points and reduction in proptosis by ≥ 2 mm, together, occurred in 69% of patients with teprotumumab versus 20% with placebo.
View source ↗