Granulomatose com poliangiite
ICD-10 M31.3 · ICD-11 4A44.A1

GPA Sem Doença Ameaçadora de Órgãos — O Que Fazer Quando a Terapia Inicial de Remissão Não Funcionou

Este protocolo abrange pacientes com granulomatose com poliangiite (GPA) que se apresentam sem manifestações ameaçadoras de órgãos ou com risco de vida e nos quais os objetivos da primeira linha de tratamento — alcançar e sustentar a remissão — não foram atingidos.

Tratamento anterior — e por que não foi suficiente

A primeira linha combinou prednisolona com rituximabe (ou metotrexato ou micofenolato de mofetila como alternativas) e visava dois objetivos: remissão completa — definida como ausência de sinais, sintomas ou outras manifestações típicas de doença ativa — e remissão sustentada ao longo de 24 a 48 meses de manutenção. Quando um ou ambos os objetivos não são alcançados, a escalada para este protocolo está indicada.

Situação clínica

Os pacientes apresentam GPA não ameaçadora de órgãos ou não ameaçadora à vida, cuja doença se mostrou refratária às estratégias padrão de indução e manutenção. Uma reavaliação minuciosa tanto do estado da doença quanto das comorbidades é o ponto de partida essencial antes de qualquer decisão terapêutica adicional.

Próxima etapa — uma visão parcial

Quando o rituximabe, o metotrexato e o micofenolato de mofetila se mostraram cada um insuficientes ou não podem ser utilizados, um agente imunossupressor alternativo — a ciclofosfamida — pode ser considerado. Há também opções adicionais para perfis específicos de pacientes, e o tratamento em estreita articulação com um centro experiente em vasculites é parte fundamental da abordagem. O framework de decisão completo e os critérios para cada opção estão no protocolo.

Meta: Remissão — ausência de sinais, sintomas ou manifestações de doença ativa
Acesso Imediato a Esquemas Estruturados Baseados em Evidências
References

DOI: 10.1136/ard-2022-223764

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