Tratamento da Doença de Depósito de Glicogênio Tipo II com Cardiomiopatia Hipertrófica na Doença de Pompe de Início Infantil

Este protocolo aborda a doença de Pompe de início infantil, que se apresenta ao nascimento ou nos primeiros meses de vida, em pacientes com cardiomiopatia hipertrófica que não são CRIM (Material Imunologicamente Reativo Cruzado) negativos.

O início da doença ocorre ao nascimento ou nos primeiros meses de vida. A cardiomiopatia hipertrófica é um achado característico nessa população e pode já estar presente in utero. O status CRIM-negativo — que afeta aproximadamente um terço dos pacientes com doença de Pompe infantil, dependendo do genótipo — define um subgrupo distinto; o presente protocolo aplica-se a pacientes que não são CRIM-negativos.

A terapia de reposição enzimática (TRE) é a intervenção estabelecida para essa população de pacientes e deve ser iniciada sem demora após o diagnóstico. O esquema de dosagem completo, o algoritmo clínico e as orientações de monitoramento estão detalhados no protocolo completo.

Acesso Imediato a Esquemas Terapêuticos Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1186/s13023-024-03373-w

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