Doença de depósito de glicogénio tipo I
ICD-10 E74.0 · ICD-11 5C51.3.6

Doença de Depósito de Glicogénio Tipo I: O Que Fazer Quando o Manejo Dietético Falha em Manter a Glicose Sanguínea

Prevenir a hipoglicemia é o desafio central na doença de depósito de glicogénio tipo I. Quando o manejo dietético de primeira linha não mantém a glicose sanguínea no limiar-alvo ou acima dele, ou não consegue prevenir oscilações glicémicas rápidas, um protocolo estruturado de segunda linha oferece uma intervenção adicional para estabilizar a disponibilidade de glicose.

Linha anterior — metas não atingidas

A estratégia de primeira linha — evitar o jejum com refeições pequenas e frequentes, ricas em hidratos de carbono complexos, distribuídas de forma uniforme ao longo de 24 horas, restrição de sacarose, frutose e galactose, e suplementação com um multivitamínico completo, cálcio e vitamina D — não manteve a glicose sanguínea a 70 mg/dl ou acima, nem preveniu adequadamente as flutuações glicémicas rápidas. Este protocolo representa o próximo passo terapêutico.

Abordagem de segunda linha — visão parcial

O regime de segunda linha envolve um suplemento de hidratos de carbono de libertação lenta, administrado por via oral em intervalos definidos e preparado num líquido especificamente restrito — com o intervalo e a quantidade a variar conforme o grupo etário. O esquema posológico completo, as quantidades baseadas no peso, as janelas de tempo e os requisitos de preparação constam do protocolo completo.

Objetivos do tratamento Manter a glicose sanguínea acima de 70 mg/dl e o lactato abaixo de 2 mmol/l.
Acesso Imediato a Regimes Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1038/gim.2014.128

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