Glioblastoma
ICD-10 C71.9 · ICD-11 2A00.00

Tratamento do Glioblastoma Recém-Diagnosticado em Pacientes com Mais de 70 Anos e Bom Estado Funcional (Promotor MGMT Não Metilado)

Cenário Clínico

Este protocolo abrange adultos com mais de 70 anos que apresentam diagnóstico recente de glioblastoma, mantêm bom estado funcional e cujo tumor apresenta promotor MGMT não metilado. As decisões terapêuticas nessa população são determinadas pela idade, estado de desempenho, estado de metilação do MGMT e os objetivos individuais de cuidado do paciente.

Fatores Importantes do Paciente

A idade superior a 70 anos é a característica definidora dessa população. Pacientes que mantêm bom estado de desempenho são considerados candidatos ao tratamento ativo — uma abordagem que se assemelha à estratégia utilizada em pacientes mais jovens. O status de promotor MGMT não metilado é um fator molecular relevante que influencia quais opções terapêuticas são mais adequadas. Dado o benefício modesto dos tratamentos padrão nesse contexto, a inclusão em um ensaio clínico é altamente recomendada quando disponível.

Abordagem Terapêutica (Visão Parcial)

Quando um ensaio clínico não está disponível, o manejo envolve uma forma de radioterapia combinada com quimioterapia — com a escolha entre esquemas padrão e abreviados dependendo dos fatores individuais do paciente. O protocolo completo especifica as opções disponíveis, os critérios que orientam cada escolha e quaisquer adjuvantes adicionais que possam ser considerados.

Acesso Imediato a Esquemas Terapêuticos Baseados em Evidências
References

Treatment decisions for glioblastoma after maximal safe resection depend on age, functional status, MGMT status, and patient care goals (Figure 8).

Given the modest benefits of standard treatments, participation in clinical trials is highly recommended for patients with good performance status of any age.

Treatment is similar to the approach for younger patients and includes maximal safe surgical resection, radiotherapy and temozolomide, although randomized studies failed to show a survival difference between biopsied and resected patients.

DOI: 10.1093/neuonc/noaf177

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