Este protocolo aplica-se a pacientes com arterite de células gigantes ativa que se apresentam com perda visual aguda ou amaurose fugaz e que não alcançaram ou não mantiveram os objetivos da linha de tratamento anterior.
Arterite de células gigantes ativa com perda visual aguda ou amaurose fugaz. O comprometimento da função visual caracteriza esta apresentação e fundamenta a urgência clínica das decisões de manejo em cada etapa.
O tratamento anterior combinou a redução gradual de glicocorticoides com terapia adjuvante — tocilizumabe ou metotrexato. Este protocolo se aplica quando essa linha não conseguiu atingir seu objetivo:
Remissão sustentada — ausência de todos os sinais e sintomas clínicos de arterite de células gigantes ativa com reagentes de fase aguda normais, mantida por pelo menos 6 meses, com capacidade de reduzir os glicocorticoides até a dose-alvo sem recaída.
O manejo nesta etapa distingue entre recaídas maiores e menores. Uma recaída maior exige a reinstituição da terapia com glicocorticoides, enquanto uma recaída menor envolve um ajuste ascendente da dose de glicocorticoides. Em ambos os casos, considera-se o início ou modificação da terapia adjuvante — especialmente quando as recaídas são recorrentes. O esquema completo, os critérios de classificação, o sequenciamento e os detalhes da terapia adjuvante estão descritos no protocolo completo.
DOI: 10.1136/annrheumdis-2019-215672
In patients with GCA with acute visual loss or amaurosis fugax, the administration of 0.25–1 g intravenous methylprednisolone for up to 3 days should be considered, because these high doses have both genomic and rapid non-genomic effects.
In case of major relapse (either with signs or symptoms of ischaemia or progressive vascular inflammation) we recommend reinstitution or dose escalation of GC therapy as recommended for new onset disease.
For minor relapses we recommend an increase in GC dose at least to the last effective dose.
we recommend an increase of the daily GCs dose either to the last effective dose or to 5–15 mg above this dose, the latter being common practice in many centres.
Initiation or modification of adjunctive therapy should be considered particularly after recurrent disease relapses.
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