Hipertensão Gestacional Não Grave Quando a Terapia Anti-Hipertensiva Dupla Não Atingiu a Meta de Pressão Arterial Diastólica
Cenário Clínico
Hipertensão gestacional — hipertensão que surge de novo na 20ª semana de gestação ou após, na ausência de proteinúria ou outras características de pré-eclâmpsia — com pressão arterial não grave: PA sistólica abaixo de 160 mmHg e PA diastólica abaixo de 110 mmHg.
Tratamento Anterior — Condição de Falha
O passo anterior adicionou um segundo agente anti-hipertensivo de uma classe farmacológica diferente (metildopa oral, labetalol oral, nifedipino oral ou um betabloqueador alternativo) ao agente de primeira linha inicial. A escalada para este protocolo está indicada quando essa abordagem de terapia dupla não atingiu a meta de PA diastólica de 85 mmHg.
Próximo Passo — Visão Geral Parcial
Quando a hipertensão gestacional não grave persiste apesar da terapia anti-hipertensiva dupla, a abordagem estruturada baseada em evidências envolve uma decisão sobre o momento e o início do parto — os critérios clínicos completos, o sequenciamento e as condições estão descritos no protocolo completo.
References
DOI: 10.1016/j.preghy.2021.09.008
- Hypertension arising de novo at ≥ 20 weeks' gestation in the absence of proteinuria or other findings suggestive of pre-eclampsia
- Hypertension in pregnancy continues to be defined as a clinic sBP ≥ 140 mmHg and/or a dBP ≥ 90 mmHg, with sBP ≥ 160 mmHg and/or a dBP ≥ 110 mmHg defined as severe hypertension.
- Non-severe hypertension should be treated with the first-line agents oral methyldopa, labetalol, or nifedipine (⊕⊕⊕O/Strong).
- Women who reach 40+0 weeks should be offered delivery (⊕⊕OO/Strong)
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