Este protocolo aplica-se à hipertensão gestacional não grave — hipertensão de novo que surge a partir das 20 semanas de gestação — em que a terapia inicial com agente único foi otimizada, mas o alvo de pressão arterial não foi atingido.
A pressão arterial encontra-se na faixa não grave: pressão sistólica abaixo de 160 mmHg e pressão diastólica abaixo de 110 mmHg. A hipertensão surgiu de novo a ≥20 semanas de gestação, na ausência de proteinúria ou outras características sugestivas de pré-eclâmpsia.
A monoterapia anti-hipertensiva oral de primeira linha — com metildopa, labetalol ou nifedipina, titulada para uma pressão diastólica alvo de 85 mmHg — não atingiu esse objetivo. A falha em alcançar o alvo diastólico é o gatilho clínico para a escalada para este próximo passo.
A abordagem nesta fase envolve a introdução de um segundo agente anti-hipertensivo de uma classe farmacológica diferente, utilizado juntamente com o agente de primeira linha inicial. Os critérios de seleção completos, a sequência e o algoritmo de gestão estão definidos no protocolo completo.
Objetivo do tratamento: Uma pressão diastólica de 85 mmHg, independentemente da pressão sistólica.