Pólipos da vesícula biliar
ICD-10 K82.4 · ICD-11 DC10.3

Pólipo da Vesícula Biliar Atinge 10 mm Durante a Vigilância por Ultrassom: Manejo de Segunda Linha

Cenário Clínico

Este protocolo aplica-se a dois grupos de pacientes: aqueles sem fatores de risco conhecidos para malignidade que apresentam lesão polipoide da vesícula biliar de 6–9 mm, e aqueles com um ou mais fatores de risco para malignidade que apresentam lesão polipoide da vesícula biliar de 5 mm ou menos. Ambos os grupos são inicialmente tratados com vigilância por ultrassom seriado.

ESCALADA DA VIGILÂNCIA ANTERIOR

Quando a Vigilância por Ultrassom Não É Mais Suficiente

A etapa de manejo anterior envolve ultrassom de acompanhamento da vesícula biliar aos 6 meses, 1 ano e 2 anos, com o objetivo de confirmar a estabilidade. A vigilância é interrompida quando não há evidência de crescimento da lesão após 2 anos. Quando a lesão polipoide da vesícula biliar cresce para atingir 10 mm durante o acompanhamento, o monitoramento contínuo não é apropriado — uma etapa de manejo ativo é necessária.

Abordagem de Segunda Linha

Quando o crescimento para 10 mm é confirmado por imagem de acompanhamento, a abordagem cirúrgica é o curso de ação recomendado. O protocolo estruturado completo especifica os critérios exatos, o caminho de decisão e os detalhes do procedimento.

Acesso Imediato a Regimes Baseados em Evidências Estruturadas

References

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