Pólipos da vesícula biliar
ICD-10 K82.4 · ICD-11 DC10.3

Lesão Polipoide da Vesícula Biliar: O Que Fazer Quando o Tamanho do Pólipo e o Perfil de Risco Indicam Vigilância

Nem toda lesão polipoide da vesícula biliar requer cirurgia. Para determinadas combinações de tamanho e risco, uma via de vigilância estruturada define os próximos passos adequados.

Cenário clínico

Este protocolo se aplica em duas situações distintas: pacientes sem fatores de risco para malignidade e lesão polipoide da vesícula biliar de 6–9 mm, ou pacientes com um ou mais fatores de risco para malignidade e lesão de 5 mm ou menos. A combinação do diâmetro do pólipo e do perfil de risco de malignidade determina qual via se aplica.

Abordagem de manejo (visão geral parcial)

O manejo envolve vigilância ultrassonográfica seriada da vesícula biliar em intervalos definidos — o cronograma completo, os pontos de decisão e os critérios para escalada estão detalhados no protocolo estruturado completo.

Objetivo clínico: O objetivo é detectar qualquer crescimento da lesão polipoide ao longo do tempo. O protocolo especifica o ponto final exato no qual a vigilância pode ser interrompida com segurança na ausência de crescimento.
Acesso Imediato a Esquemas Terapêuticos Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1007/s00330-021-08384-w

If the patient has either no risk factors for malignancy and a gallbladder polypoid lesion of 6–9 mm, or risk factors for malignancy and a gallbladder polypoid lesion 5 mm or less, follow-up ultrasound of the gallbladder is recommended at 6 months, 1 year and 2 years.

Follow-up ultrasound of the gallbladder is recommended at 6 months, 1 year and 2 years. Follow-up should be discontinued after 2 years in the absence of growth.

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