Carcinoma da Vesícula Biliar Avançado ou Metastático (ECOG 0–1): Tratamento Após Falha da Terapia de Primeira Linha
Este protocolo destina-se a pacientes com carcinoma da vesícula biliar avançado ou metastático e status de desempenho ECOG 0–1 cuja doença progrediu após o tratamento sistêmico de primeira linha.
Cenário clínico: Carcinoma da vesícula biliar avançado ou metastático com status de desempenho preservado (ECOG 0–1), exigindo uma abordagem estruturada para a terapia de segunda linha após falha da primeira linha.
Falha da primeira linha
A terapia sistêmica de primeira linha com cisplatina mais gencitabina (com ou sem durvalumabe) não atingiu controle adequado da doença. A eficácia foi avaliada por TC ou RM a cada 8–12 semanas; os marcadores tumorais CA 19-9 ou CEA foram utilizados como monitoramento complementar, quando aplicável. A progressão durante ou após esse esquema é o gatilho para a escalada ao protocolo descrito abaixo.
Para pacientes nessa situação, as evidências apoiam um esquema de combinação sistêmica de segunda linha envolvendo uma combinação multifármaco baseada em oxaliplatina — uma abordagem avaliada em um estudo randomizado do Reino Unido que demonstrou vantagem na sobrevida global em comparação ao controle ativo de sintomas isolado.
O esquema completo, os critérios de elegibilidade, as regras de substituição e o cronograma de monitoramento estão detalhados no protocolo completo.
References
DOI: 10.1016/j.annonc.2022.10.506
Cisplatinegemcitabine is recommended as SoC in the first-line setting for patients with a PS of 0-1.
ChT is the current SoC for first-line treatment of advanced BTC; OS is improved when compared with best supportive care alone and the cisplatinegemcitabine doublet demonstrated an OS benefit over gemcitabine mono-therapy in the UK ABC-02 study and the Japanese BT22 study.
FOLFOX is the SoC in the second-line setting after cisplatinegemcitabine.
The UK ABC-06 study demonstrated a modest OS (primary endpoint) advantage with 5-fluorouracileleucovorineoxaliplatin (FOLFOX) compared with active symptom control (HR 0.69).
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