Distrofia corneana endotelial de Fuchs
ICD-10 H18.5 · ICD-11 9A70.0

Distrofia Corneana Endotelial de Fuchs Quando a Desidratação Corneana Não Cirúrgica Não Reduziu o Edema Epitelial

Na distrofia corneana endotelial de Fuchs, uma abordagem paliativa não cirúrgica para o manejo do edema epitelial corneano é frequentemente utilizada como medida inicial. Quando essa abordagem não atinge seu objetivo, uma via de manejo diferente está indicada.

Tratamento Anterior — Resposta Insuficiente

Terapia anterior: desidratação corneana paliativa não cirúrgica — incluindo o uso de secador de cabelo ou cloreto de sódio hipertônico tópico (colírios ou pomada).

Objetivo não atingido: redução do edema epitelial corneano. A falha em alcançar esse resultado é a indicação para escalonamento para a próxima linha de tratamento.

Abordagem de Próxima Linha

Nesta fase, o protocolo estruturado descreve uma abordagem de ceratoplastia endotelial cirúrgica. As opções de procedimento específicas e os critérios para a seleção entre elas são detalhados no regime completo.

Acesso Imediato a Regimes Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1146/annurev-vision-091718-014852

For several decades, penetrating keratoplasty has been the only definitive treatment option for FECD.

However, the development of minimally invasive lamellar endothelial keratoplasty (EK) procedures has provided key benefits such as better and faster visual recovery, a tectonically stronger globe, decreased risk of bleeding and infection, less astigmatism, less corneal denervation, and lower rejection rates.

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