Mediastinite fibrosante
ICD-10 J98.5 · ICD-11 CB22.0

Mediastinite Fibrosante com Sintomas Progressivos ou Compressão Mediastinal Após a Terapia Médica de Primeira Linha Não Atingir as Metas

Cenário clínico

Este protocolo aborda pacientes com sintomas ativos de mediastinite fibrosante, ou compressão progressiva significativa de estruturas mediastinais vitais. Nessa população, o manejo é tipicamente dividido entre abordagens médicas e intervencionistas.

Quando a terapia de primeira linha não atingiu seus objetivos

A terapia médica inicial — que pode incluir corticosteroides como opção primária, ou alternativas como corticosteroides combinados com micofenolato, corticosteroides em altas doses combinados com metotrexato, tamoxifeno, ou terapia antifúngica com itraconazol — não alcançou os objetivos esperados de melhora dos sintomas e redução dos achados de fibrose na TC de tórax. Este protocolo define o próximo passo após essa falha.

Abordagem de segunda linha (visão parcial)

Na mediastinite fibrosante refratária, um agente direcionado a um mediador celular específico do processo fibrótico representa a terapia de escolha. O protocolo completo — incluindo critérios de seleção, detalhes do esquema terapêutico e orientações de monitoramento — está disponível abaixo.

Objetivos do tratamento

Redução da carga sintomática, redução da avidez ao PET, redução do volume da lesão e ausência de evidência de progressão da doença.

References

DOI: 10.1007/s13665-025-00382-3

  • In patients with symptoms or significant progressive compression of vital structures, therapies are typically divided into medical versus interventional.
  • Finally, in refractory disease, rituximab is the typical therapy of choice given the proposed mechanism of fibrosis involving accumulation of CD20 positive B cells triggering the fibrotic cascade.
  • In a case series published in 2014 by Westerly et al. [25], they examined the therapeutic response to the usage of rituximab with differing levels of mediastinal involvement with reduction in symptom burden and PET avidity noted in all three cases.
  • None of the 22 patients showed evidence of disease progression after receiving rituximab.
  • Almost half of the patients had reduction in lesion volume and 73% experienced improvement in symptoms.
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