Tratamento da Embolia Gordurosa: Suporte Respiratório, Estabilização Hemodinâmica e Metas de Oxigenação
Cenário Clínico
A síndrome de embolia gordurosa envolve disfunção em múltiplos sistemas orgânicos — mais proeminentemente insuficiência respiratória, comprometimento cardiovascular e disfunção cerebral. O manejo é direcionado aos sintomas e visa cada sistema afetado em sequência.
Abordagem Terapêutica (Visão Parcial)
Uma vez instalada a síndrome, a disfunção clínica é tratada de forma sintomática. O suporte respiratório — que vai desde oxigênio suplementar até assistência ventilatória nas apresentações mais graves — constitui a pedra angular do manejo inicial. A função cardiovascular e do ventrículo direito também requer cuidados direcionados a cada sistema. O protocolo estruturado completo, incluindo a abordagem integral de cada sistema orgânico, está disponível no protocolo abaixo.
Metas Principais de Oxigenação
PaO₂ ≥ 60 mmHg
SaO₂ ≥ 90%
References
- Once the syndrome develops, the clinical dysfunction is treated symptomatically.
- Initial respiratory dysfunction is managed using supplemental oxygen to prevent hypoxemia.
- Respiratory failure (ARDS/ALI) is managed by ventilatory support modes.
- Inotropes (epinephrine, norepinephrine, vasopressin, phenylephrine) and fluids are typically used to manage intraoperative hypotension and cardiovascular collapse.
- Management of right heart failure secondary to increased pulmonary hypertension is challenging.
- In addition to inotropic support, it may require specific pulmonary vasodilators.
- Management of cerebral dysfunction is primarily supportive, with the aim of optimizing the intracranial pressure, cerebral perfusion pressure, and oxygen delivery.
- Hypoxemia (room air SaO₂ <90%) is also common (50%–90%) after major long bone injuries, and is attributed to subclinical FES.
- A blood gas analysis performed at room air will often reveal a PaO₂ of less than 60 mm Hg.
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