Febre Mediterrânea Familiar
ICD-10 E85.0 · ICD-11 4A60.0

Febre Mediterrânea Familiar na Amiloidose AA: Tratamento de Próxima Linha Após Falha da Colchicina Máxima em Atingir as Metas de SAA e Renais

Cenário Clínico

A febre mediterrânea familiar (FMF) complicada por amiloidose AA exige um nível mais elevado de controle inflamatório do que a FMF isolada. A inflamação sistêmica persistente impulsiona o depósito contínuo de amiloide, ameaçando a função renal. Quando a terapia padrão de primeira linha não consegue mais atingir os objetivos necessários, a escalada terapêutica está indicada.

Comorbidade: Amiloidose AA

A presença de amiloidose AA requer que o tratamento da FMF seja intensificado. O controle da atividade inflamatória subjacente é fundamental para retardar a progressão e proteger a função glomerular. A colchicina na dose máxima tolerada é o primeiro passo estabelecido, mas nem sempre é suficiente.

Linha Anterior — Condição de Falha

Este protocolo aplica-se quando a colchicina na dose máxima tolerada não atingiu os objetivos necessários: a proteína SAA não foi mantida abaixo de 10 mg/L, e a proteinúria e a filtração glomerular não se estabilizaram ou melhoraram. A falha em atingir esses desfechos inflamatórios e renais é o gatilho para a escalada terapêutica.

Abordagem de Próximo Passo (Parcial)

Quando a colchicina na dose máxima tolerada é insuficiente, o protocolo introduz uma abordagem biológica envolvendo terapia anti-IL-1 — o regime completo, os detalhes de coadministração e o cronograma de monitoramento estão contidos no protocolo estruturado.

Metas Terapêuticas

Os objetivos terapêuticos são a manutenção da proteína SAA abaixo de 10 mg/L e a proteinúria e taxa de filtração glomerular estáveis ou em melhora.

Acesso Imediato a Protocolos Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1136/annrheumdis-2015-208690

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